Apostila grátis curso de guitarra

Se você faz parte daquela massa de indivíduos que toca (ou acha que toca, embora seus amigos, vizinhos e/ou parentes tenham dúvidas) violão ou guitarra com base naqueles livrinhos do tipo “Violão e Guitarra”, “Você Canta o Sucesso”, “Toque Musical”, etc, etc; mas gostaria de aprofundar um pouco seus conhecimentos musicais tornando-se mais independente, então pode acreditar, esta livro foi escrito para você. Caso contrário, pode parar de ler agora, para não desperdiçar seu precioso tempo.

Eu me considero membro desta massa e, minha família parece (ou parecia, espero eu) concordar plenamente comigo. Acontece que, ao longo da tentativa para melhorar meu desempenho fui anotando aqui e ali coisas que acho poderão ser úteis à outros que, como eu, não tenham a menor ideia de como, ou por aonde, começar. Não que eu tenha tido sucesso e melhorado minha “performance”, muito pelo contrário, porém isto não significa que você não seja capaz de faze-lo. Aliás, para escrever este livreto tive que aceitar de coração e mente 2 ditados que normalmente ficam entalados na minha garganta de professor (sou professor de fisiologia animal), quais sejam:

1. A teoria na prática é outra;
2. Quem sabe faz, quem não sabe ensina.

Perceberam? Faz o que eu digo mas, não faz o que eu faço (sou um fiasco com um violão na mão e, um fiasco ainda maior, ou pelo menos mais alto, com uma guitarra).
As coisas que estão escritas nas páginas seguintes são fruto, como já disse, desta busca pela melhoria de meu desempenho musical que se iniciou, fazem muitos anos, com o Professor Zequinha na Casa da Arte (Florianópolis/SC). Desde então já tive 4 outros professores, sendo o último o Professor Gilberto Oliveira quem, aliás, me deu uma mão e fez a revisão musical deste trabalho (especialmente aqueles que apresentam um grupo de presos trabalhando na beira de alguma estrada do Mississipi).

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Os “hollers”, por outro lado, eram produzidos por indivíduos normalmente sozinhos e, por isto, os cantos eram bem mais altos. As atuais canções que se ouve nas igrejas negras protestantes do Estados Unidos (“spirituals”) são claramente inspiradas neste estilo.

Na musica africana, aonde evidentemente encontram-se as raízes do Blues, a escala musical é pentatônica, ou seja, constituída por apenas 5 notas musicais. Escalas pentatônicas são
ainda hoje, principalmente devido a sua relativa simplicidade, utilizadas por musicos dos mais diversos, inclusive no estilo Blues. Veremos este tipo de escala com mais detalhes na lição XI.

Quando se interpretavam as canções de trabalho, ou os “hollers”, sem acompanhamento instrumental, como deve ter acontecido no principio quando os negros as cantavam no campo, a diferença entre a escala africana (pentatônica) e a escala européia, que contem 7 notas musicais (a chamada escala diatônica, que poderia ser também denominada heptatônica), não trazia consigo qualquer problema. Entretanto, quando se tentava acompanhar estas mesmas canções com instrumentos musicais europeus, construídos para a escala diatônica, o conflito era inevitavel. Tal conflito gerou o que hoje se conhece por blue notes, que são consideradas uma tentativa dos músicos afro-americanos de tocar exatamente aquilo que cantavam. Estas blue notes são normalmente a III e a VII da escala, que são tocadas com aumento ou descida de meio tom (veremos isto também na lição XI).

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Outro aspecto interessante é a de que no Blues normalmente não se encontram canções inteiramente no modo menor. Veremos uma das progressões de acordes mais típicas do Blues na lição X. Não obstante, os solos podem ser amiúde realizados numa escala menor, o que contribui para dar à este estilo musical uma conotação dúbia ou incerta. Uma conotação Blues, diriam os mais puristas.

Evidentemente não pretendemos escrever um guia completo sobre Blues, nem mesmo um guia. Nossa intenção é de apenas introduzir as bases teóricas deste estilo, para que se possa, se não toca-lo, pelo menos ouvi-lo de forma mais crítica e apurada.

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